Você Conhece o Consumidor 3.0?

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Você conhece o consumidor 3.0 ? Não?

Parece que o jogo virou, não é mesmo? O consumidor está no comando. É assim que podemos definir um resumo do perfil do novo consumidor. Este que emergiu na era da Internet e das Redes Sociais como um mero espectador das movimentações das empresas com quem se relacionava, para um papel ativo e de controle. Se um dia o consumidor estava fadado a buscar as soluções de que precisava e, muitas vezes, não as encontrava com preços acessíveis ou qualidade aceitável, hoje ele exige nada menos que um atendimento de excelência e um produto de qualidade. Aliás, ele até pagaria mais, sem problema algum, por essas duas características.

O novo consumidor é o dono das relações

Ultraconectado, confortável, bem-informado e ciente de seus direitos e deveres: estas qualidades são algumas das que compõem o perfil do que os especialistas chamam de consumidor 3.0. O responsável por dar as cartas no universo do consumo a partir de agora. Isto pode nos parecer banal no dia-a-dia, mas essa mudança é tão profunda e significativa que irá mudar completamente toda a estrutura do mundo dos negócios nos próximos anos.
Segundo estudo realizado pela Gartner (empresa de consultoria e tecnologia para a tomada de decisão de seus clientes), em apenas alguns anos, 89% das empresas irão competir principalmente no âmbito da experiência do consumidor.
Mas, se o consumidor avançou e hoje dispõe do comando sobre as relações com as empresas, essas ainda não conseguiram contemplar suas principais demandas.

A evolução do consumidor 3.0

A tecnologia pode fazer a diferença. A ideia de numerar conceitos e temas com 1.0 e assim por diante, surgiu primeiramente com a Internet, se alastrando às demais áreas corporativas, como o Marketing.
O Serviço de Atendimento ao Cliente e o próprio consumidor, não escaparam das alcunhas. Categorizar comportamentos sob os selos 1.0, 2.0 e 3.0 podem não nos dar uma visão única de cada consumidor como é o objetivo, mas são poderosos em identificar padrões nos quais podemos nos basear. Por isso, levantamos como se deu a evolução deste consumidor, do 1.0 ao 3.0.

Consumidor 1.0

O consumidor 1.0 surgiu nos anos em que a Internet se formava, quando o acesso era restrito a modems discados. Lembra do barulhinho do pulso? Lembro como se fosse hoje! Saudosismos à Internet discada à parte, o que aconteceu com o início da World Wide Web no âmbito corporativo foi uma maneira de empresas criarem sites nos quais simplesmente copiariam e colariam sua comunicação visual, acrescentando alguma chamada promocional para acesso ao telefone ou loja física. Nada mais que isso. Com a explosão da bolha pontocom, motores de busca foram desenvolvidos para ajudar os consumidores 1.0 a navegar pelas pilhas de sites promocionais sem interação, quase como uma lista telefônica facilitada.
No entanto, a crença que prevalecia à época ainda deixava o poder nas mãos das empresas. Se os usuários precisassem de produtos e serviços, procurariam essas páginas amarelas digitais, descobririam endereços e telefones e fariam a compra.

Consumidor 2.0

A gente viu a história acontecer, certo?
A Web evoluiu e se tornou um canal propriamente dito, formando o consumidor 2.0. Enquanto as empresas começaram a desenvolver maneiras de alavancar a Internet como um método de geração de vendas, o consumidor 2.0 viu a oportunidade de usar a informação como vantagem. Os consumidores passaram a procurar pela oportunidade de escolha e maneiras de fazer essas escolhas de maneira mais consciente, procurando o melhor preço, a melhor qualidade e o melhor atendimento. Foi isso que encorajou os inovadores modelos de negócio baseados somente em Internet, como a Amazon e o eBay, que desafiaram a economia de negócios tradicionais. Mas ainda assim, como acontece no mundo físico, o consumidor 2.0 dependia de encontrar uma empresa e ir até ela mesmo com o leque de opções cada vez mais aberto, incluindo a possibilidade de comprar diretamente via web.

Consumidor 3.0

O consumidor 3.0 virou o jogo, flipou a mesa, tomou o baralho, assumiu o comando, ou qualquer outra metáfora que você queira usar para o fato do consumidor ter maior influência sobre as empresas do que a via contrária. Os consumidores não vão simplesmente atrás das empresas para fazer negócios. São as empresas que precisam encontrar os consumidores e engajá-los com eficiência, já que estão imersos em um universo digital hiper conectado, praticamente paralelo, empoderados por informação, diversas possibilidades de escolha e um comportamento imediatista destacado.
Essas características colocam o consumidor 3.0 no comando, dando forma ao ecossistema digital e estremecendo as estruturas do mundo dos negócios.

Mas o que define este consumidor?

Diferente de outras segmentações traçadas para consumidores em quaisquer tipos de negócio, o consumidor 3.0 não é definido por faixa etária, renda ou gênero. O consumidor 3.0 é qualquer usuário de internet que tenha os 7 atributos que você vai conhecer a seguir.

1. Altamente Informado: O que é o poder do Google, não é mesmo? Qualquer usuário tem ao seu alcance todo tipo de informação.
2. Socialmente Conectado: As mídias são um fenômeno absurdo. O Facebook atingiu a marca de 1 bilhão de usuários. O Twitter tem mais de 500 milhões de usuários registrados que geraram mais de 340 milhões de tweets e administra mais de 1,6 bilhões de buscas por dia.
3. Sensível a preços: Com a ascensão de modelos de promoção como “promoção do dia” e descontos sazonais em produtos, os próprios varejistas lançaram a sensibilidade dos preços. O nome da marca, sozinho, sem agregar nenhum valor adicional e com preços pouco competitivos não é suficiente para o consumidor 3.0.
4.0 Confia nos outros usuários: A era digital proveu aos consumidores uma plataforma para compartilhar experiências pessoais em vários assuntos. A opinião social tem se transformado em algo extremamente importante para o consumidor 3.0 que valoriza as experiências dentro de suas redes sociais mais do que as propagandas feitas pelas marcas.
5. Gosta de se autopromover: O consumidor 3.0 busca validação através de autopromoção. Você vê isso todos os dias nas suas redes sociais, certo? As redes sociais são povoadas de pessoas mostrando suas aquisições, conquistas pessoas e profissionais.
6. Procura gratificação instantânea: “A geração imediatista.” Esperam produtos e serviços sendo entregues em um lugar no tempo certo e que melhor se encaixem em suas necessidades. Deixar de oferecer atendimento após horário comercial, por exemplo, é inaceitável.
7. Inconscientemente seguro: Quando as compras online surgiram, um grande problema de segurança afligia os consumidores. Era confiável ou não? Havia risco de fraude? E tipo de consumidor, não só mais confiantes nas próprias redes, mas em suas próprias habilidades ao navegar em ambientes de risco, como bancos e transações online.

O Consumidor 3.0 e o atendimento Omnichannel

Afinal, porque o consumidor 3.0 é omnichannel e demanda um atendimento omnichannel? Podemos resumir de um jeito simples: o consumidor 3.0 não quer mais barreiras. Isso porque oferecer múltiplos canais que não estejam integrados é como levar o consumidor a se perder em um labirinto cheio de obstáculos. O omnichannel elimina todas essas barreiras, integrando todos os canais de atendimento em experiências únicas, seja na forma como as empresas enxergam o consumidor, seja como o consumidor passa a perceber o atendimento. E é disso o que o consumidor 3.0 precisa para que os serviços de atendimento se encaixem em suas realidades altamente dinâmicas.
68% – É o volume de atendimentos ainda realizados por telefones em Call Centers.
60% -Mudam de canal de contato dependendo de onde estão e o que estão fazendo.
43% – Esperam que os canais sociais estejam integrados com outros canais de atendimento.
7% – Consideram que suas marcas promovem atendimentos omnichannel, sem barreiras.

(fonte dados acima:NEWVOICE)
Fonte artigo original: Neoassist.

Por que é preciso fornecer uma experiência relevante ao cliente?

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Porém, o vendedor mostrou um certo descaso e não ofereceu um atendimento de boa qualidade. Nesse caso, o cliente se sente desvalorizado e desiste de fazer a compra.

Portanto, para evitar que isso aconteça, é fundamental toda a equipe entender o que é experiência do cliente e como ela impacta no mundo corporativo. Se as empresas não valorizarem o bom relacionamento com o cliente, correm o sério risco de perder espaço para a concorrência e não terem condições de se manterem competitivas.

Sendo obrigadas até a fechar as portas. Neste artigo, enfatizaremos fatores que ajudarão o seu negócio a proporcionar momentos de interação positivos com os clientes.

Entenda como ter foco no relacionamento com o cliente

Para aperfeiçoar a comunicação com o consumidor, muitas empresas estão adotando sistemas de Gestão de Relacionamento com o Cliente. Esse recurso permite registrar as demandas e os históricos de atendimento.

Portanto, é possível ter uma abordagem mais direta com o usuário, evitando, por exemplo, a repetição de perguntas relacionadas com a situação vivenciada. A medida faz com que haja um direcionamento para as necessidades dos clientes em vez de ter como foco somente o interesse da corporação.

Vivenciar o que é experiência do cliente é um diferencial muito importante no mundo dos negócios. Por isso, utilize métodos que facilitem a compreensão de como o consumidor deseja ser atendido. Do contrário, haverá dificuldades em concretizar vendas e de alcançar um crescimento sustentável.

Veja o que é preciso para proporcionar aos clientes uma boa experiência

O primeiro passo para conquistar a confiança dos clientes é o planejamento do que será feito para conciliar uma estratégia eficiente de marketing com um atendimento de alto nível em todos os canais. Não adianta nada fazer uma bela propaganda para divulgar um novo serviço, se o vendedor não mostrar segurança para evidenciar os benefícios que a inovação pode proporcionar. As empresas devem ter como metainicial convencer os colaboradores de que as ações a serem efetivadas são o melhor caminho a ser seguido.

Em outras palavras, é necessário evangelizar o público interno para ele estar engajado e expor, com confiança, tranquilidade e simpatia, como os produtos e serviços podem ser úteis no cotidiano dos clientes.

Mapeamento da jornada

Outra iniciativa fundamental para ter mais sucesso é mapear a jornada do consumidor. Essa ação consiste em verificar a trajetória percorrida pelo usuário até concretizar a compra. Além disso, permite que a empresa veja os melhores investimentos a serem feitos em comunicação externa para expandir as vendas.

Por exemplo, uma empresa tem um belo site e utiliza as redes sociais de maneira criativa e inteligente. Contudo, os clientes adquirem, com mais frequência, os produtos na loja física e prefere ficar informado sobre as promoções por meio da mídia tradicional.

Nesse caso, a companhia deve ter um maior investimento nos veículos mais utilizados pelos consumidores. Ao ter uma noção da jornada dos clientes, é viável ter não apenas ações de comunicação mais efetivas, mas também uma estratégia de atendimento que valorize as particularidades dos usuários.

Com o mapeamento sobre o que é experiência do cliente, fica mais fácil saber qual a linguagem mais adequada para convencer um consumidor. Um bom atendente deve ser treinado e ter bom senso para identificar como se comunicar com os clientes.

Valorize o atendimento omnichannel

Não é mais novidade que existem vários caminhos para a jornada da compra. Por isso, é crucial ter uma noção exata sobre o que é experiência do cliente para haver uma interação de alto nível com os usuários em todos os canais.

Hoje, as companhias sabem que o atendimento omnichannel não é apenas uma tendência, mas uma realidade que precisa ser cada vez mais bem administrada. Afinal, é preciso usar todos os recursos possíveis para mostrar ao consumidor que investir no seu negócio vale a pena.

Uma operadora de TV a cabo, por exemplo, lança um anúncio em um jornal de grande circulação informando que fará pacotes especiais durante a Black Friday. Nesse caso, a equipe que atua nas redes sociais deve estar atenta para tirar todas as dúvidas dos consumidores.

Se houver uma demora muito grande para a resposta ou o conteúdo não for devidamente assimilado pelo cliente em potencial, a empresa terá um sério risco de não alcançar os resultados desejados com a promoção. Em uma sociedade em que o acesso a informação é cada vez mais ágil. As companhias precisam adotar um padrão de atendimento em todos os canais de interação. É indicado também qualificar os envolvidos no contato direto com o público-alvo para compreenderem os objetivos da corporação.

Essa articulação entre os pontos de contato é indispensável para oferecer aos usuários um atendimento especial e diferenciado. Quando uma empresa faz essa atividade com maestria, as chances de elevar as vendas são bem maiores.

Verifique os feedbacks para avaliar o que é experiência do cliente

Ter uma mentalidade de atendimento omnichannel é um passo valioso para alcançar o sucesso. Porém, é uma grande ingenuidade achar que vai agradar a todos. A recomendação é estar preparado para os feedbacks negativos dos clientes.

Mesmo que a maioria das reclamações dos usuários não tenha fundamento. É válido abrir um espaço para eles apresentarem o ponto de vista sobre um produto ou serviço. Essa ação deve estar disponível em todos os canais.

O importante é oferecer ao consumidor a oportunidade de ele contribuir para o seu negócio. Por qualquer plataforma de comunicação que ele considerar mais adequada. Tão importante quanto estar aberto às exposições dos clientes é contar com uma equipe dedicada a analisá-las com atenção e profissionalismo.

As reclamações e sugestões do público devem ser vistas como instrumentos para verificar oportunidades de melhoria. Se essa mentalidade for adotada pelos colaboradores, será mais simples contornar eventuais problemas e estreitar o relacionamento. Fatores primordiais para a fidelização.

Não há como uma empresa se manter forte no mercado, caso não se preocupe constantemente em avaliar o que é experiência do cliente. Essa iniciativa é vital para conhecer novas tendências e analisar como inovar e agir para manter os consumidores apaixonados pela marca.

 

Fonte: Blog Neoassist – Pedro Geneze

Trabalho em Equipe: O Segredo dos Times de Alta Performance

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Sempre ouvimos que as empresas buscam incansavelmente o melhor resultado, e que isso depende de como seu time desenvolve seu papel, conseguir envolver e motivar os colaboradores a alcançar os objetivos junto à empresa requer engajamento e algumas táticas para garantir ou proporcionar certa medida de colaboração sólida e eficaz.

Colaboradores competindo por promoções; tarefas determinadas por um gerente responsável por avaliar a performance; regras seguidas com critério. A maioria de nós crescemos ao redor de organizações que se encaixam num modelo padrão. Essa é a receita para a burocracia – sistema em que toda grande organização do planeta opera, vinda da mistura das estruturas de comando do exército e engenharia industrial. Durante anos esse modelo contribuiu para alcançarmos o patamar que chegamos, e talvez sem isso ainda estaríamos emperrados em modelos improdutivos e pouco criativos.

No entanto, o modelo mental das pessoas está se transformando e, para que uma empresa possa prover resultados mais consistentes e lucrativos através de seu capital humano, ela precisa adotar uma cultura colaborativa, onde todos colaboradores mantêm sua participação ativa dentro da empresa, em um ambiente de cooperação e colaboração, e nada disto será possível se não entendermos a importância do trabalho em equipe.

Confira neste artigo quais aspectos devemos trabalhar para estimular e construir times de alta performance através do trabalho em equipe.

 

TRABALHO EM EQUIPE: SUA EMPRESA SABE O QUE É?

Por definição, o trabalho em equipe é quando um grupo ou uma sociedade resolve criar um esforço coletivo para resolver um problema. Muitas empresas se apegam apenas ao trabalho em equipe por definição, mas esta modalidade, quando bem desenvolvida, vai além de seu significado.

O trabalho em equipe possibilita a troca de conhecimento e agilidade no cumprimento de metas e objetivos da empresa, para isto, é necessário criar um laço, uma conexão com o propósito da empresa com cada colaborador, para que suas forças em conjunto sejam direcionadas a eles.

O trabalho em equipe também promove o engajamento dos colaboradores, pois afinal, trabalhar em conjunto é importante em todas as vertentes da vida, sejam elas pessoais ou profissionais. Se houver um objetivo comum estabelecido pelo desempenho de um grupo de pessoas, é mais provável que cada um se sinta motivado a agir nesse sentido, produzindo resultados mais consistentes.

Criar um ambiente colaborativo constrói equipes engajadas e comprometidas com o propósito, desenvolvendo sua alta performance e garantindo sucesso a companhia em vários aspectos, como o esforço e desempenho para cumprir metas e objetivos propostos no planejamento da empresa, desenvoltura e elaboração de soluções criativas em momentos de tensão e adversidade, aprimoramento dos processos e ferramentas de trabalho para ser ainda mais produtivos, e fora a mídia espontânea realizada externamente, gerada pela satisfação de pertencer, que atrai e cativam os Stakeholders em torno da sua marca.

No fim, o trabalho em equipe como solução para resolver problemas fica bem abaixo de sua capacidade potencial, pois um time de alta performance envolvido com o propósito e motivado a segui-lo, combinados com seus esforços coletivos, pode prevenir que os problemas aconteçam.

 

A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO EM EQUIPE PARA CRIAR TIMES COLABORATIVOS

O Trabalho em Equipe é o ponto chave para ter um time colaborativo, pois estes necessitam da união e cooperação de todos em torno do propósito e dos objetivos da empresa.

Nos últimos anos vem se fortalecendo, por parte de grandes empresas, um modelo de trabalho muito mais focado na colaboração do que na competição interna. Não que ela esteja fora de moda, mas a competição interna nas empresas depende de uma compreensão maior dos benefícios de competir e os desgastes que esse modelo pode gerar.

Os times colaborativos compreendem a importância do trabalho em equipe para o desenvolvimento da empresa, e que se o resultado não for em conjunto coloca-se em risco sua longevidade.

Isso faz com que os colaboradores unam o desejo de potencializar os resultados da companhia ao seu desejo pessoal de crescer e se autodesenvolver junto à companhia. Esta relação humaniza os processos do negócio, a empatia, o compromisso, os valores, a união e sinergia da equipe e o engajamento acontecem naturalmente, aproximando ainda mais os clientes, acionistas, fornecedores e possíveis públicos da sua marca.

 

 CONEXÃO COM O PROPÓSITO

O Propósito responde ao porquê nós existimos, seja como empresa, como líderes ou como profissionais. Ele não substitui a relação com a Missão, Visão ou Valores, mas nos remete a uma questão anterior que é: Por que fazemos o que fazemos?

Todos nós temos propósitos em nossas vidas, mesmo que inconsciente, é isso que atribui sentido a nossas ações e mantem nossas forças voltadas ao cumprimento de metas para atingir os objetivos em prol do nosso propósito.

Assim como na vida, seguir o Propósito da companhia é muito importante, pois ele será o norte das ações dos colaboradores, mas este precisa ser bem claro e estar presente em todos os processos e ações internas.

Entenda neste post a Importância de ter um Propósito claro e definido para o sucesso da empresa.

O Propósito é algo grandioso o suficiente para gerar motivação e engajamento das pessoas, e quando os colaboradores estão conectados com o propósito da empresa, isto estabelece uma sinergia entre eles e fortalece o senso de trabalho em equipe da sua empresa. E como diz Joey Reiman:

 

“QUANDO O PROPÓSITO GUIA, O LUCRO ACOMPANHA”

 

Consideramos que um Propósito bem definido, elevado e disseminado entre todos é uma ferramenta poderosa. Empresas que direcionam suas forças em torno do propósito tem uma liderança altamente comprometida com a causa da empresa e uma conexão perceptiva traduzida em ações. Quando a Liderança está conectada com o Propósito, ela trabalha arduamente para que os outros também estejam.

A Alta Performance acontece a partir do comprometimento e compreensão da importância de realizar ações baseadas em um propósito.

Equipes de alta performance são construídas pelo esforço de cada componente em compreender que o resultado só é alcançado em conjunto e praticar comportamentos capazes de contribuir com o Propósito da Empresa.

Para que isso aconteça é necessário criar uma conexão do colaborador com o propósito, quase que como uma identidade, para que cada pessoa perceba claramente as consequências de seus comportamentos para o resultado da equipe, analise essas consequências e modifique suas atitudes para formas mais colaborativas.

 

 LIDERANÇA ENGAJADA

Um dos maiores problemas para o desenvolvimento de qualquer time é a falta de engajamento.

Mas… Qual a razão para a falta de engajamento tão generalizada dos colaboradores?

De acordo com alguns estudos realizados ao longo dos anos a responsabilidade recai sobre uma liderança insatisfatória.

É obvio que os líderes não pretendem ser ineficientes. O problema é que não percebem com clareza, exatamente quais mudanças seriam necessárias para extrair o máximo de cada um e atingir melhores resultados.

A Liderança é responsável por envolver os colaboradores com os objetivos da empresa, eles necessitam de estar engajados com o Propósito para que os colaboradores se inspirem a seguir o líder. Entenda porque neste artigo.

Para tal, a Liderança deve assumir a responsabilidade pelo resultado do seu time e garantir que ele aconteça, estabelecendo padrões mensuráveis de performance e acreditando fortemente no propósito, o que estimulará o trabalho em equipe, bem como o engajamento individual em prol dos resultados da empresa.

 

 OBJETIVO COMUM

É o direcionador das ações do time.

Se você é o líder de uma equipe, um dos mais poderosos meios para desenvolver o trabalho em equipe e unir as pessoas é fazer com que todos trabalhem com um objetivo comum.

Quando uma equipe tem um objetivo comum que é significativo, ela cria alto valor. O ponto chave para isto, é uma meta inspiradora que quando o líder comunicar serão absorvido pela equipe com inspiração e entusiasmo.

Todos os membros do time devem entender o objetivo comum, bem como a Liderança deve deixar visível o objetivo comum ao time, pois somente a clareza garante no envolvimento de cada um, e permite movimentar a dinâmica do trabalho em equipe.

 

 COMUNICAÇÃO ASSERTIVA

A assertividade é um comportamento muito importante na comunicação.

Comunicação Assertiva é a habilidade de se comunicar de forma honesta sem agredir ou soar ofensivo, mesmo quando sua posição é contrária à da pessoa com quem você está se comunicando, isso significa que você se comunica de maneira assertiva quando sua estratégia de comunicação se adequa ao entendimento de cada pessoa, sem causar desconforto ou estranheza.

Ela permite que você conquiste seu objetivo e leve as pessoas a compreender exatamente o que você está dizendo. Quando convertido em ações, resulta em uma equipe segura que executa suas atividades alinhadas com o propósito do time.

 

 PAPÉIS E RESPONSABILIDADES DEFINIDOS

Saber determinar quais são os limites presentes em nossa atuação exigem um grande nível de clareza, não somente do que fazemos, mas de alguns limites invisíveis.

É muito importante que os profissionais tenham clara noção de seus papéis e responsabilidades. Quanto mais isso for comum aos profissionais, melhor será a sua visão sistêmica e a compreensão da importância de sua função para alcançar os resultados da companhia.

 

 DESENVOLTURA PARA LIDAR COM CONFLITOS

Conflito na equipe pode agregar valor ou destruí-la?

Bons conflitos favorecem o trabalho em equipe, pois impulsiona um debate respeitoso elevam a soluções mutuamente planejadas. Conflitos mal resolvidos surgem quando os membros da equipe simplesmente não conseguem resolver suas diferenças, aniquilando a produtividade e sufocando a inovação. Muitas vezes surgem por conta de problemas de processos, como não são resolvidos acabam se personificando.

Entender a origem do conflito e estabelecer vínculos de confiança entre os membros da equipe criam um ambiente produtivo, pois permite que você detecte as diferenças da equipe durante o trabalho, mesmo quando o grupo parece homogêneo e harmonioso, você consegue lidar com um conflito que poderia ser improdutivo para o time.

 

 COMPROMETIMENTO COM O RESULTADO

Uma das posturas mais apreciadas em times que atingem performances altíssimas é o comprometimento com o resultado.

Profissionais de Alta Performance compromete-se a executar suas tarefas com o sentimento de que o resultado do todo é sua responsabilidade, e procura cativar o trabalho em equipe dentro da companhia, pois acredita que a dedicação de tempo e energia do time garante que o resultado será alcançado. Ele também disponibiliza suas habilidades, competências e recursos para o desenvolvimento da equipe.

 

 A IMPORTÂNCIA DO FEEDBACK

Quando se desenvolve estas características na equipe para sua Alta Performance, o Feedback é  muito importante para mensurar se todos os pontos acima são trabalhados e o que pode ser aprimorado para a melhor desenvoltura do time.

Acompanhar as ações da equipe, bem como ouvir sobre o andamento das suas atividades e suas sugestões para melhorar estas condições é importante para reconhecer os pontos em que a equipe REALIZA BEM e os pontos a melhorar, bem como as habilidades necessárias para executá-la.

Além de que o Feedback proporciona melhorias no clima organizacional, isso reverte em outros benefícios para as empresas, como a retenção de talentos. Empresas que dispõem de metodologias adequadas para analisar o desempenho da equipe têm mais condições de detectar eventuais problemas. A partir daí, fica mais fácil agir para evitar que essas pessoas acabem deixando a empresa.

 

 O PODER DO TREINAMENTO DAS EQUIPES COM FERRAMENTAS DE ALTO IMPACTO

Na vida de qualquer profissional as ferramentas são essenciais para realizar suas tarefas do dia a dia. Embora isso possa parecer bastante óbvio, nem sempre damos a devida atenção às ferramentas que utilizamos.

Quais são as ferramentas essenciais para que os profissionais de sua empresa executem seu trabalho? De que maneira a empresa pode aperfeiçoar essas ferramentas e para ser ainda mais produtivo?

Uma das ferramentas mais poderosas, e ao mesmo tempo simples, que conhecemos para fazer um diagnóstico e direcionar a energia de ação, através do trabalho em equipe, é a Roda da Vida, amplamente utilizada nos processos de coaching.

Ela foi à inspiração para a criação da ferramenta Roda – Time de Alta Performance, criada por nós da Rise.

Esta ferramenta permite que o líder, seja de uma equipe ou líder de si mesmo, possa fazer um rápido diagnóstico de quais fatores influenciam mais diretamente no resultado e na alta performance, com a ajuda de seu time.

Ela pode ser utilizada também como ferramenta de feedback durante a execução de um trabalho, assim, é possível acompanhar em tempo as habilidades necessárias para atingir a Alta Performance e alcançar os resultados.

Potencializar os resultados da empresa não depende apenas da performance individual, mas sim, do engajamento e sinergia do time em torno do propósito da companhia.

Com uma liderança eficaz, ações estratégicas, objetivos definidos e feedbacks constantes, o trabalho em equipe poderá ser desenvolvido em toda sua potencialidade.

O Jogo Corporativo Build é um Treinamento de Alto Impacto que desenvolve aspectos como Trabalho em Equipe, Liderança, Definição de Objetivo Comum e Alto Desempenho em prol do Propósito.

 

Fonte: Rise

Quais as vantagens para o varejo ao emitir NFC-e?

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Envio online do cupom para a Secretaria da Fazenda
O primeiro benefício do novo modelo é que os dados das transações feitas no estabelecimento são enviados diretamente ao site da SEFaz. Dessa forma, não é necessário que os contadores façam essa tarefa e o negócio não corre riscos de problemas com o fisco.

Agilidade e segurança

Com a automatização desse processo, a agilidade nos cuidados fiscais e gestão de documentos também aumenta. Além disso, o armazenamento das notas passa a ser feito de forma digital, aumentando a segurança dessas informações para a empresa.
Redução dos gastos
A emissão da NFC-e também reduz os gastos, visto que a impressora térmica não fiscal é mais barata que a antiga ECF.

Padronização dos processos

O contador também ganha mais padronização nos processos relacionados aos documentos fiscais. Dessa forma, é possível receber as informações da NFC-e da mesma forma como ele recebe os dados dos demais documentos, mantendo o mesmo processo em suas atividades.

Diminuição de erros

Outro benefício para os contadores e para a empresa é que a automatização elimina a necessidade da digitação de dados e retrabalho, o que evita os possíveis erros durante esse processo que comprometem a situação fiscal do negócio.

Parametrização dos impostos

Por fim, com a NFC-e os impostos são parametrizados antes da emissão da nota, garantindo que os valores informados estão corretos. Dessa forma, o trabalho do contador em verificar essas informações é eliminado e a garantia de que as declarações estão corretas é mantida.

Fica evidente que adotar a NFC-e para o seu negócio é uma ótima estratégia, uma vez que essa opção é mais moderna, eficiente e exige menor investimento por parte da empresa. O modelo ainda oferece benefícios para toda a gestão e sua contabilidade.

Além disso, já é obrigatória  a substituição do cupom fiscal pela NFC-e em todo país, vigente em muitos estados, exceto alguns estados do Sul do Brasil.  Não deixe para ultima hora, atualize o quanto antes seu equipamento.

Dúvidas sobre seu estado, e a obrigatoriedade, entre em contato conosco.

A importância da frente de caixa para a empresa

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Você pode até oferecer os melhores produtos, ter preços atrativos e estar localizado em um bom ponto, mas se não superar as expectativas dos consumidores, não gerará experiências agradáveis.

Isso funcionará como um termômetro para a decisão de compras futuras, pois se a experiência for boa eles voltam, caso contrário, será difícil vê-los novamente.

Como exemplo, imagine que o cliente aguarde mais de meia hora na fila para pagar por suas compras. Seria quase impossível que ele não ficasse insatisfeito nessa situação. Portanto, a frente de caixa é um forte influenciador de satisfação, se funcionar de maneira otimizada.

A frente de caixa deve ser usada como uma vantagem para o negócio, pois é o lugar onde os consumidores vão concretizar todas as suas compras e, principalmente, pagar por elas.

Você pode aproveitar o espaço para investir em estratégias que visem “fechar com chave de ouro” a visita deles, como oferecer produtos complementares aos que estão comprando, informar promoções que não viram, etc.

Padarias: Sistemas de Gestão

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Benefícios do Sistema de Gestão para padarias

  • Controle da ficha técnica de cada produto (receitas)
  • Controle de data de validade dos produtos
  • Gestão do desperdício
  • Evita fraudes e roubos
  • Controla os estoques
  • Agilidade no atendimento ao cliente
  • Gestão de custos das receitas
  • Controle do fluxo de caixa
  • Gestão do crediário
  • Controle dos recebimentos com cartão de crédito
  • Programação de compras
  • Análise dos resultados do negócio
  • Automação dos processos internos

Prevenção de Perdas

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Existem várias metodologias diferentes na hora de gerenciar o estoque da sua empresa.

É extremamente importante escolher a forma que mais tenha afinidade com o seu tipo de segmento de atuação, pois dependendo disso, a utilização de uma ou outra metodologia pode ser melhor ou mesmo pior do que outra por variados motivos.

PEPS

A PEPS, ou FIFO (first infirst out), é, na realidade, uma metodologia contábil de apuração do valor do estoque que utiliza a ordem cronológica como principal critério de organização.

É mais comumente utilizada em indústrias e distribuidoras que trabalhem com itens sem data de validade, como produtos de plástico injetado, papel e aço inoxidável.

A lógica dessa metodologia é bem simples: sempre será dada saída dos produtos mais antigos, mantendo-se os mais novos em estoque.

Uma das formas de garantir que esse controle seja mais eficiente é a colocação de etiquetas que indiquem as datas de entrada dos produtos, de forma a facilitar a visualização da validade dos lotes e minimizando a possibilidade de erros por desatenção.

PVPS

Já o PVPS, ou FEFO (first to expirefirst out), é uma metodologia de gestão de estoque da área de logística e é majoritariamente utilizada por empresas que trabalham com produtos de alta perecibilidade.

Aqueles produtos com prazos de validade mais próximos do momento atual deverão ser sempre os primeiros a ser dispensados, independentemente de terem sido comprados antes ou depois.

Nessa lógica, o que conta não é a data de entrada dos lotes, e sim o vencimento dos mesmos, pois o principal objetivo é a prevenção de perdas, ao evitar vencimento de produtos, e, consequentemente, o prejuízo de vendas perdidas.

Devo investir em um sistema automatizado?

Com a utilização de sistemas de gestão automatizados, a ordem de produção usufrui de vantagens diversas, como:

  • monitoramento do desempenho da produção (baseando-se, inclusive, nos apontamentos fornecidos);
  • visão sistêmica de toda a capacidade instalada;
  • emissão automática de laudos técnicos relacionados a cada fase de produção;
  • emissão automática das ordens de compra para os insumos;
  • gestão dos indicadores que analisam os resultados da ordem de produção, da capacidade produtiva e do estoque;
  • roteirização de todas as atividades envolvidas na ordem de produção;
  • gestão dos custos indiretos que incidem sobre a produção, reduzindo inclusive os gastos com mão de obra;
  • coordenação integral das movimentações nos estoques, além de outros benefícios que refletem principalmente na melhoria dos resultados e nos menores custos.

Enfim, os apontamentos da ordem de produção permitem uma análise equilibrada dos custos e das necessidades de aquisição de matéria-prima e de outros insumos. A tecnologia simplifica processos que, de outro modo, seriam mais complicados e suscetíveis a falhas.

Saiba por que o TEF é importante para os varejistas

Essa automação do processo e integração do sistema é uma forma de aproveitar a comodidade que o cartão de crédito traz ao cliente para agregar valor à operação do varejo. Veja seus maiores benefícios:

Controle de vendas

Usando o modelo tradicional de máquina avulsa, é bem mais difícil cruzar dados de vendas com mais detalhes. Isso acontece porque o software ERP não está integrado com a transação, que registra apenas o valor total da compra digitada pelo funcionário.

Usando o TEF e um software de gerenciamento, é possível ter as duas informações pareadas automaticamente, dando ao varejista um controle muito maior sobre históricos e hábitos de compra. Não apenas isso, o próprio TEF e/ou ERP cria relatórios gerais e segmentados de acordo com a necessidade gerencial do estabelecimento.

Taxas menores

Uma grande desvantagem das maquininhas de cartão é que, por serem oferecidas em contrato, muitas delas passam cartões exclusivamente da operadora contratada. O TEF não possui essa limitação — de acordo com a bandeira, você pode escolher a operadora que desejar.

Dessa forma, é possível tratar a operação de cartão de crédito como mais um de seus fornecedores e usar seu poder de negociação. Busque, entre as opções, as melhores taxas e utilize essa vantagem como uma arma para reduzir ainda mais as porcentagens que a operadora exige.

Proteção contra fraudes

A automação empresarial é uma busca constante por redução de riscos que envolvam a intervenção humana — principalmente se mal-intencionada. No caso do varejo, esse problema se encontra na hora de utilizar a máquina de cartão, quando o valor precisa ser introduzido manualmente pelo funcionário.

Fraudes dessa natureza envolvem a digitação de valores diferentes do total da compra ou até uso de outra maquininha clandestina. Sem um sistema que integre a venda com a transação monetária fica difícil identificar a origem do crime ou até perceber que ele ocorreu.

Como o processo de TEF é automatizado, esse risco é eliminado completamente, já que o funcionário no PDV não tem poder sobre a transação.

Filas menores

O TEF pode ser uma comodidade para o cliente, que sai satisfeito da loja, e um aumento de produtividade para o varejo, que ganha a capacidade de atender mais pessoas em menos tempo.

A automatização do processo agiliza muito a venda porque, feito o registro dos produtos, o valor total é enviado imediatamente para a máquina e o processo de validação do cartão se inicia.

Esse sistema elimina alguns problemas bastante recorrentes que causam atrasos e aumentam as filas, como erros de digitação do valor na maquininha, exigindo que o funcionário recomece a operação.

Tem dúvidas se esse ganho é realmente significativo? Filas em fast-foods são a maior prova de que o TEF funciona.

Como fazer um bom inventário de estoque?

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1. Comece listando todos os itens presentes no estoque

Essa é primeira e mais importante etapa, pois, sem uma listagem, não há como saber o que há no estoque para controlar. Pode ser um pouco trabalhoso no início, mas as facilidades que a lista proporcionará nas próximas etapas compensará todo o esforço. É recomendável que se faça, pelo menos, duas contagens. A primeira para fins de registro e a segunda com a finalidade de conferência.

2. Categorize os produtos

Para facilitar processos posteriores, separe os produtos por categoria, fazendo uma listagem em forma de linhas e colunas. Cada coluna pode conter uma linha de produtos, como higiene, limpeza, alimentação, gelados etc. Nas linhas, cada produto pode ser especificado com nomes e detalhes sobre marca, peso, cor, data de validade, preços de custo, preço de venda, além de mencionar se ele é destinado ao consumo da empresa ou para venda.

Depois que essa separação for feita, crie códigos para cada mercadoria. Isso é importante, principalmente, quando tiver que identificar sua localização no estoque e a quantidade disponível. Para isso, você pode usar letras e números sequenciais ou adotar um software gerador de códigos de barra, o que agilizará muito o trabalho.

3. Reorganize as mercadorias no estoque

A organização das mercadorias de acordo com a lista é fundamental para reduzir o trabalho e economizar tempo na movimentação do estoque. Então, crie corredores com estantes, prateleiras nas paredes, caixas, armários e gavetas para armazenar produtos de vários tipos, tamanhos e quantidades.

4. Registre todas as movimentações

Fazer o inventário e não manter uma rotina de registros fidedignos desfará todo o trabalho realizado até aqui, voltando ao estágio inicial de necessidades e problemas. O ideal é que, após a criação do inventário, toda movimentação de entrada e saída de mercadorias passe a ser devidamente registrada. A atualização frequente será fundamental para manter a eficácia do controle.

5. Tenha o apoio de um especialista

Se você não tem um profissional qualificado para fazer um inventário bem-feito e não pode ou não se sente seguro para fazer um sozinho, conte com a ajuda de profissionais terceirizados. Além de não ter obrigações trabalhistas, pode conseguir resultados impressionantes devido à troca de know-how. O apoio de um parceiro especializado pode ser o diferencial que vai aumentar a qualidade dos serviços da empresa como um todo.